O ORFANATO QUE VIROU DO AVESSO

*republicando daqui http://tilz.tearfund.org/pt-PT/resources/publications/footsteps/footsteps_101-110/footsteps_101/the_orphanage_that_turned_inside_out

por Rebecca Nhep

A mensagem de que o acolhimento residencial a longo prazo não constitui o melhor interesse dos órfãos e das crianças vulneráveis está se espalhando. Como resultado, muitos orfanatos ao redor do mundo estão se transformando em centros que oferecem serviços de fortalecimento familiar e comunitário. Esse processo é muitas vezes chamado de “transição”. Rebecca Nhep, diretora da ACC International Relief, descreve como essa mudança pode ocorrer.


Crianças em um programa para crianças com menos de cinco anos, em Mianmar. Os orfanatos podem fazer uma transição para a prestação de serviços comunitários, como este. Foto: Alice Keen/Tearfund

Mudança na maneira como prestamos assistência

Se você apoia ou dirige um orfanato ou centro de acolhimento infantil, a ideia de fazer uma transição para um programa familiar e comunitário pode ser muito assustadora. Ela suscita muitas perguntas, como: “Em que consiste uma transição?”, “Como posso ter certeza de que as crianças estarão seguras e receberão bons cuidados em uma família?”, “O que acontecerá com a educação ou religião da criança?, “O que meus doadores acharão?”, “O que acontecerá com nosso prédio, se não houver crianças vivendo nele?” e “O que restará do meu ministério quando não formos mais um orfanato?”

Às vezes, essas perguntas e preocupações parecem ser obstáculos que nos impedem de mudar. No entanto, com um bom planejamento, o apoio certo e processos bem desenvolvidos, você pode garantir que a transição seja eficaz e segura para as crianças. Além disso, na verdade, você verá seu programa ou ministério crescer em alcance e sucesso.

O programa Kinnected, da ACC International Relief, ajuda organizações locais e internacionais na transição de seus programas de acolhimento residencial. Ao longo dos últimos seis anos, trabalhamos com mais de 60 centros de acolhimento residencial, em 11 países diferentes.

A história do Pastor Myint Nwe mostra alguns dos passos-chave da transição. Este é apenas um exemplo de como o processo pode funcionar.

Perceber a necessidade de mudar

O Pastor Myint Nwe é o diretor da Caring and Loving Children (CLC), uma organização comunitária de Mianmar. Ele já foi responsável por cinco centros de acolhimento residencial espalhados pelo país. Muitas das crianças dos centros tinham parentes vivos, mas haviam sido encaminhadas à organização por motivos de pobreza extrema, morte de um ou ambos os pais ou outra situação de crise.

Ao longo do tempo, o Pastor Myint viu que o acolhimento residencial não é o ideal para as crianças. Ele percebeu que, sempre que possível, as crianças devem estar em uma família. No entanto, ele não era um especialista e não possuía os conhecimentos necessários para guiar os centros pelo processo de transição e reintegrar as crianças na comunidade. Assim, o Kinnected aceitou apoiar e orientar a CLC em sua transição para o acolhimento familiar.

Ponto a salientar: Estar convencido da necessidade de mudança é essencial.

Preparação dos participantes-chave

Primeiro, o Kinnected ajudou a CLC a pensar em preparar participantes-chave antes de fazer mudanças significativas. Estes incluíam doadores, membros do conselho diretor, funcionários, líderes comunitários e funcionários do governo local.

Ponto a salientar: é importante educar todos os envolvidos sobre a necessidade de transição para o acolhimento familiar e como ela pode ser feita. Enfatizar os benefícios para as crianças pode ajudar a convencer as pessoas.

Desenvolvimento da capacidade

O próximo passo que o Kinnected tomou foi desenvolver e fortalecer a capacidade do Pastor Myint como líder da CLC. Começando em 2013, ele fez uma visita de campo para se encontrar com outro parceiro do Kinnected que fazia um trabalho de fortalecimento familiar em um contexto semelhante. Isso o ajudou a perceber por si mesmo os benefícios de reunir as famílias, providenciar colocações em famílias de acolhimento ou com parentes e entrar para redes de pares.

Ponto a salientar: É importante que os líderes de orfanatos imaginem como seria a transição na sua comunidade. É provável que eles precisem de treinamento adicional em tópicos como proteção infantil, desenvolvimento infantil, gestão de casos, acolhimento familiar e monitoramento e avaliação. Eles devem criar vínculos com departamentos governamentais e outras organizações que trabalham com o bem-estar infantil para poderem trabalhar bem juntos.

Planejamento para a transição

Juntos, o Kinnected e a CLC desenvolveram um plano para a transição da organização. O plano incluía escrever sua missão, visão, pontos fortes, direção e metas futuras, resultados a serem medidos, atividades, recursos e áreas onde a CLC precisava aprender ou adquirir experiência. O Kinnected treinou os funcionários da CLC para garantir que eles apoiariam o processo e teriam o conhecimento e as habilidades certas.

Ponto a salientar: é vital desenvolver um plano de transição detalhado para a instituição. É importante contratar assistentes sociais e garantir que eles tenham as habilidades certas. Os profissionais podem precisar de treinamento em como trabalhar com crianças vulneráveis e seus cuidadores. Os tópicos podem incluir levantamento, avaliação, localização de familiares (maneiras de encontrar os parentes das crianças) e mapeamento dos serviços disponíveis.

Etapas da transição

Sempre que possível, o Pastor Myint rastreava os familiares das crianças sob seus cuidados. Ele e sua equipe, então, analisavam sua adequação e disposição para oferecer o acolhimento adequado.

O Pastor Myint sabia que a pobreza era o motivo pelo qual algumas das crianças haviam sido colocadas nos centros de acolhimento institucional. Assim, ele ajudava os familiares a iniciar pequenos negócios, como alfaiatarias, mercearias e criação de animais. As famílias também podiam ser vinculadas a sistemas de apoio ou outros serviços comunitários.

O Pastor Myint começou com três orfanatos onde a igreja doadora tinha grande interesse em fazer a transição. Havia um total de 53 crianças nestes centros. Até agora, ele já reintegrou duas crianças de volta em suas famílias biológicas e 22 com parentes. Dois outros adolescentes mais velhos passaram para uma a vida semi-independente.

Ponto a salientar: É importante manter as crianças seguras ao longo do processo. As famílias devem ser devidamente avaliadas antes de receberem uma criança. Reintegrar as crianças em sua família original é o ideal, mas se isso não for seguro ou adequado, devem-se explorar outras opções. Estas podem incluir o acolhimento por parentes, famílias de acolhimento e adoção.

É desenvolvido um plano de assistência com cada criança e para cada criança, destacando o que precisa ser feito para prepará-la para o acolhimento. Depois disso, é criado um plano de apoio familiar. O plano faz uma lista das mudanças e apoio necessários para permitir que a criança e a família façam uma transição bem-sucedida.

O Pastor Myint e o assistente social da CLC monitoram regularmente todas as crianças que foram colocadas em famílias. O processo de monitoramento torna-se menos frequente ao longo do tempo nas colocações que estão funcionando bem, até que o caso da criança seja encerrado. Este processo leva pelo menos 12 meses, às vezes, mais. O monitoramento é feito pessoalmente, às vezes com telefonemas entre as visitas (especialmente no caso de crianças em áreas remotas). Se as visitas revelarem a necessidade de apoio adicional, os assistentes sociais organizam a ajuda necessária.

Ponto a salientar: Depois que as crianças são reintegradas em suas famílias, o monitoramento é vital para garantir que a colocação seja estável e a criança esteja segura.

A CLC já fechou completamente seu primeiro orfanato. O orfanato fez uma transição para clínica de saúde familiar e centro de aprendizagem comunitária. O centro oferece treinamento profissionalizante, que ajuda os membros da comunidade a encontrar emprego ou iniciar seus próprios pequenos negócios. Isso pode ajudar, antes de tudo, a prevenir o colapso da família.

O Pastor Myint também criou um serviço de emergência de acolhimento para oferecer acolhimento temporário às crianças abandonadas ou abusadas. Essas crianças são encaminhadas pela polícia local ou pelos líderes comunitários. O Pastor Myint e seu assistente social, então, iniciam o processo de rastreamento familiar e avaliações. Eles procuram encontrar uma colocação familiar adequada e segura para a criança, através de reintegração familiar, acolhimento por parentes ou famílias de acolhimento.

Ponto a salientar: Quando os centros de acolhimento residencial fazem a transição, os prédios e recursos podem ser usados para prestar serviços de fortalecimento familiar e comunitário.

Parcerias

O Pastor Myint agora é um defensor do acolhimento familiar e compartilha suas experiências com outros diretores de orfanatos. Ele faz parte do grupo de trabalho de assistência alternativa em Mianmar.

Rebecca Nhep é co-Diretora Executiva e Chefe de Programas Internacionais da ACCI Relief.

Site: www.kinnected.org.au
E-mail: info@kinnected.org.au
Endereço: 5/2 Sarton Road, Clayton, Victoria 3168, Austrália
Telefone: +61 3 8516 9600

Este artigo foi parcialmente adaptado a partir do documento Replicable models for transition to family-based care (Modelos replicáveis para a transição para o acolhimento familiar) da CAFO. Veja www.cafo.org/resource/replicable-models-for-transition-to-family-based-care

Escola Bíblica de Férias com Futebol Dentro do Presídio na Bolívia

Vamos fazer uma Escola Bíblia de Férias com Futebol dentro do maior presídio da Bolívia. Nas férias o número de crianças vivendo dentro do presídio aumenta. Além das crianças que já vivem lá, muitas vem passar as férias perto do pai e da mãe, e acabam ficando dentro da cadeia.

Nossa equipe está lá!!! Vamos fazer um programa de férias com futebol e evangelismo. É uma ótima chance de alcançar estas crianças com a Palavra da Salvação.

Precisamos de sua ajuda para o material bíblico, material esportivo e lanches.

Junte-se a nós e faça sua doação aqui www.em.org.br/doe


caso não veja o vídeo acima clique aqui

Muito obrigado, contamos com você!

Abração!

Ricardo Silva – Ricco
Equipe Expedição Mochila

Novidades da Bolívia Junho 2017

Acabo de voltar da Bolívia, fiz uma viagem ao campo para encontrar a equipe, as crianças e dar uma olhada como tudo anda. O trabalho está indo bem dentro do que propomos.

Temos muitas oportunidades para fazer mais e melhor, mas até o momento a equipe nas duas cidades, Puerto Suarez e Santa Cruz, merecem elogios. Dentro de nossa realidade aqui na Expedição Mochila, uma organização ainda pequena, o trabalho está avançando bem.

Abaixo um vídeo de Santa Cruz, assista e compartilhe com seus amigos!


caso não veja o vídeo acima clique aqui

Para saber mais sobre projeto e como se envolver acesse www.em.org.br

Até mais

Ricardo Silva – Ricco
Diretor Executivo
Expedição Mochila

Volta as aulas na Bolívia, DOE

Julia e a Marta*, as garotas da foto, vivem dentro do maior presídio da Bolívia e participam de nosso projeto de alfabetização. Elas não vão à escola, por isso nosso projeto leva a escola até elas dentro da cadeia.

Nesta volta às aulas DOE para o material escolar de 40 crianças que participam do projeto.

www.em.org.br/doe (PayPal, PagSeguro, boleto, cartão de crédito)

(*) nomes fictícios para preservar a identidade e a segurança das meninas, elas moram em um presídio

Conto com vocês, abração

Ricco

Ajude a salvar as crianças nos presídios bolivianos

Centenas de crianças vivem nos presídios bolivianos, a boa notícia é que estamos fazendo algo por elas. Para salvar mais crianças, precisamos do seu apoio. Assista o vídeo abaixo:


caso não veja o vídeo clique aqui

Você já ouviu alguém dizer que vai “mexer os pauzinhos”. É quando vai fazer algo para tentar ajudar alguém que está precisando de ajuda. Mexer os pauzinhos é vai fazer de tudo, se empenhar, tentar dar um jeito de qualquer maneira. No caso das crianças nos presídios bolivianos, mexer os pauzinhos por elas é salvá-las do impacto negativo de viver em um presídio.

Em Palmasola, o maior presídio da Bolívia, vivem dezenas de crianças presas com seu pai e/ou mãe. Nós temos um espaço de lazer e reforço escolar dentro do presídio para as crianças que vivem ali e não podem sair. Os projetos são coordenados pelos próprios presos que são líderes da igreja dentro do presídio. O espaço para as crianças é para reduzir o impacto negativo da infância vivida dentro de um presídio, é este projeto que sua oferta vai ajudar!

Junte-se a nós pelas crianças bolivianas:

SEJA MANTENEDOR: Escolha um valor mensal e receba o carnê
FAÇA UMA OFERTA ÚNICA: UOL PagSeguro ou PayPal
ENVIE SUA COLABOAÇÃO: Bradesco, AG 3103, CC 9251-7, Assoc. Expedição Mochila

PASTOR OU LÍDER DE MISSÕES? Leve nossa equipe em sua igreja para falar mais sobre o desafio das crianças nos presídios bolivianos. Escreva para contato@em.org.br ou 011-98990-8190 (fone e whatsapp).

Nós aqui, e as crianças na Bolívia, contamos com vocês!!!

Ricco

Tempo ocioso das crianças é um problema mundial nos bairros pobres

Escola Bíblica de Férias

O tempo ocioso das crianças é um problema mundial. Hoje eu li uma reportagem sobre a criminalidade no México*. Mas poderia ser no Rio de Janeiro, São Paulo, Bolívia ou qualquer cidade do mundo. Uma das causas apontadas para o grande número de jovens se envolverem com coisas erradas é exatamente o tempo livre, como o repórter diz “sem nada para fazer”.

Vale lembrar que este é apenas um dos problemas, pois é uma série de fatores que de fato levam um jovem a se perder. Este problema do tempo ocioso das crianças em situação de risco é uma das coisas que tentamos combater aqui na Expedição Mochila.
Muitas crianças não têm nada para fazer quando não estão na escola. E com isso ficam nas ruas e daí vem muitos males. E nas férias a situação piora, a criança fica com tempo ocioso por todo o dia.

Escola Bíblica de Férias

Você pode fazer a diferença para as crianças no seu bairro. Organize uma escolinha de futebol, nós podemos te ajudar. Tenho certeza que aí no seu bairro tem uma quadra, praça ou campinho disponível e está cheio de crianças. Quer ajuda? Mande uma mensagem e vamos te presentear com um Manual passo a passo para se organizar e agitar algo para as crianças ai no seu bairro.

E-mail: contato@em.org.br
Mensagem pelo Facebook da EM: /ExpedicaoMochila
WhatsApp: 011989908190 ou +5511989908190

Até breve

Ricardo Silva Ricco

[*] Narcotráfico atrai jovens pobres de cidade mexicana: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/12/narcotrafico-atrai-jovens-pobres-de-cidade-mexicana.html

O Injusto Ainda te Assusta?

presidio bolivia
Presídio na Bolívia

Era Abril ou Maio de 2012. Dois seminaristas se preparavam com muita ansiedade para o próximo estágio de inverno que fariam juntos. Seria o primeiro internacional ou trans-cultural para os dois. O estágio seria com um ex-aluno do mesmo seminário que agora servia a Deus na Bolívia.

Finalmente o dia do embarque chegou e os dois partiram com bastante entusiasmo nas suas bagagens. Conheciam o missionário e sabiam que sua ênfase no campo era o tra-balho evangelístico através do esporte. Por três semanas iriam trabalhar com uma escolinha de futebol que também discipulava aqueles garotos de 6 a 14 anos.

Chegando a Puerto Suarez a impressão foi a melhor (apesar da grande pobreza, ruas de terra, pessoas de olhar desconfiado e triste). O trabalho começou logo, o primeiro contato com os meninos da escolinha foi excelente, outros trabalhos haviam para ser feitos (com a igreja local, no próprio bairro e no presídio).

Enfim chegou o dia de irem ao presídio. A carceleta de Puerto Suarez é pequena e abriga apenas algumas dezenas de presos. No caminho para o cárcere começaram a ser informados sobre a realidade interna, então vem o grande baque: ‘eu já disse pra vocês que tem crianças que moram no presídio?’ – foi o que questionou o missionário.

Como assim? Quem são essas crianças? Qual idade? Não existe FEBEM aqui na Bo-lívia?
Todas essas são perguntas normais, mas o choque maior vem com a informação: ‘eles não são menores infratores, simplesmente vivem lá porque os pais estão presos’.

O assunto é interrompido momentaneamente pela chegada ao destino, mas tão logo eles saem do presídio o assunto é recomeçado e o missionário compartilha das ações que já vinha executando e das que sonhava: ‘queria fazer um orfanato para tirar essas crianças de lá’. Essa frase ecoa até hoje e reverbera com a afirmação: ‘meu sonho é que não mais hou-vesse crianças em presídios bolivianos’.

Foi assim que eu conheci essa realidade a mais de três anos. Desde então a Expedi-ção Mochila conseguiu iniciar um orfanato e fez com que Puerto Suarez fosse a primeira (senão a única) cidade boliviana que não tem crianças encarceradas.

Depois desses anos parece que a notícia não agride mais meus ouvidos como na primeira vez. Mas a injustiça deve deixar de assustar? Como cristãos também devemos ser promotores de justiça e sabemos que crianças que tem liberdade tolhida pelo erro de seus pais certamente não é uma situação justa. Puerto Suarez tem apenas um pequeno presídio, quantos outros há em toda Bolívia? Números oficiais atestam que milhares de crianças vi-vem presas em todo o país. Isso te assusta? A injustiça te assusta? Eu e você podemos ser parte da promoção social no mundo.

“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos.” | Mateus 5.6

Samuel Stroppa
Pastor na Igreja Batista Central de Campinas – SP
Cooperador EM

HOJE é dia de alcançar as crianças para Jesus (Today – português)

A causa das crianças é para hoje! Assista o vídeo abaixo e depois entre em contato conosco se quiser ajuda para trabalhar com as crianças na igreja ou evangelismo no bairro.


Clique aqui caso não veja o vídeo acima.

até


Ricardo Silva (Ricco)
Coordenador EM

Seja Mantenedor do Orfanato na Bolívia

Graças a colaboração e oferta de cada um, podemos cuidar de vidas como a do Juan do vídeo acima.

Seja um mantenedor do Orfanato na Bolívia. Em 3 min. você escolhe o valor e envia as informações. Depois recebe um carnê em seu email com os boletos para a colaboração. Esta ainda é a melhor maneira de ajudar, independente do valor, mas com a oferta mês a mês via doação por boleto.

Clique aqui para ajudar por um ano com R$ 50,00 mensais ou outro valor.

[repost] Podcast irmaos.com #273: A Bolívia e seus bolivianos

BoliviaAmigos, tivemos a alegira de participar do podcast irmaos.com com Paulinho, Sinval Jr e Lissander, ouçam para conhecer um pouco mais sobre a Bolívia e sobre nosso trabalho aqui no orfanato.

Quero agradecer ao Paulinho pela ótima oportunidade de podermos contar para toda a sua audiência sobre os desafios missionários com as crianças nos presídios bolivianos.

Link do podcast em irmaos.com: http://www.irmaos.com/podcast/index.php?id=14049

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Valeu

Ricco